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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Soneto do desejo

Tudo o que eu queria era abraçar-te desesperadamente...
Apertado... Envolvente!
Sentir tua respiração acariciar minha nuca,
E gritar bem alto as palavras que me sufocam e fazem teu ego estremecer.

Tudo o que eu queria era dar-te o tapa,
Com a força da mão massacrada,
Com a raiva do ciúme infundado,
Com o ódio que arrependido, se recusa a ficar.

Tudo o que eu queria era beijar-te nos lábios,
Com o amor intenso e incendiado,
Com o apetite voraz de um desejo sem limites.

Tudo o que eu queria era liberdade de te odiar.
Mais ainda, queria a prisão de poder te amar!
Fugir. Mas os pés teimosos sempre insistem em voltar.

Foto por: Tuane Eggers

10 comentários:

V• disse...

quanta inspiração hein!

Thaty disse...

Lindo demais.. Sensibilidade ao flor da pele... Parabéns e sucesso sempre

Carol Petry Matzenbacher disse...

Lindas as palavras.
Adorei essa parte:
"Tudo o que eu queria era dar-te o tapa,
Com a força da mão massacrada,
Com a raiva do ciúme infundado,
Com o ódio que arrependido, se recusa a ficar".

Sucesso com o blog!

De Garagem
www.degaragem.com

Juliana M. disse...

Nossa que lindo, Gameii Sucesso seu blog esta Mara

planetadablogueira disse...

O poema é belíssimo... vou seguir o blog!!!abração!!!

Mr. Andrógyni-# disse...

Nossa, mas o pessoal ta em clima de totally love !!!
Lindo poema!!
Deve-se ao fato do dia dos namorados estar chegando ???

http://dupladameianoite.blogspot.com/

Artur disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Artur disse...

Muito criativo, copiou de qm? uhuha, brincadeira. Estou seguindo o seu blog!
Um abraço!

Jean MIchel Valandro disse...

Sonetos são ainda melhores que outras estruturas de poesias...

São mais 'chubbies'!!

Adorei o primeiro parágrafo..
Linda a poesia.

Hugs ^^

Nat Valarini disse...

rs...

Relacionamento é uma eterna briga entre sentimentos e razão.

Tudo o que buscamos é uma resposta que alimente o nosso ego, mas o outro, nem sempre, tem para oferecer.

Gostei dste trecho:

"queria era liberdade de te odiar.
Mais ainda, queria a prisão de poder te amar!
Fugir. Mas os pés teimosos sempre insistem em voltar."

Kiso

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