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terça-feira, 26 de maio de 2009

Analgesia














Hoje dói como nunca.
Teu nome é ferida aberta em minha carne
E minhas vísceras expostas exalam um odor desagradável.

Não é belo o que te ofereço.
Aliás, não é comum.
É único.
Mas é estranhamente verdadeiro,
Friamente obsceno.
Puríssimo e já pútrido sentimento de amar!


Deus do céu!
Por quê criastes algo tão maravilhoso
E ao mesmo tempo tão devastador?
Dir-me-á que é castigo,
Ou que este paradoxo é apenas mais uma
Das desgraças que fogem de teu controle?

O que pode fazê-lo parar?
Que veneno mata um sentimento sem pudor?
Que analgésico conseguiria aliviar
A dor...?
Dor delirante de profano amor!

Foto por: Tuane Eggers

7 comentários:

N U D [BLOG] disse...

passando pra dar uma conferida no blog , esta muito show valew
abraços

www.celebritypoke.blogspot.com

t. disse...

ambiguidade é a lei.
tudo sempre tem dois lados.

FehHh disse...

Huuuummmmm!!
gosteii muito!
parabééééns filhoteeee :D

HUHU!
orgulhoso ;)

Adolescencia !! disse...

Bacana !!
Continuei assim !!


http://adolescenciaodomdavida.blogspot.com/

Jean MIchel Valandro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jean MIchel Valandro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jean MIchel Valandro disse...

"E o prêmio Jabuti vai para..." (interna)

Sou tarado por poesia, então não tem como não dizer menos do que 'fantastic mon ami'...
O tema e o sentido ambíguo fazem dela a perfeição que é.

Sem contar que mesóclise é tudoooo!!!

Congratulations!! ^^

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